Mundo WA

Thursday, March 4, 2010

Webtrends anuncia Facebook Analytics

Na onda dos lançamentos de ferramentas de mensuração de redes sociais, ontem (03/03), mais uma novidade foi anunciada.

Foi a vez da Webtrends, conhecida empresa fornecedora de soluções de Web Analytics, apresentar a sua, em uma demonstração ao vivo realizada através de Webinar.

Trata-se do Facebook Analytics, que pretende criar ainda mais facilidades para o crescente número de profissionais de marketing que tem utilizado o Facebook como canal de divulgação de suas campanhas online. Afinal, o Facebook já é a segunda maior rede no gênero e já conta com mais de 400 milhões de usuários no mundo todo.

Mas, uma vez que já existem outras ferramentas similares no mercado, inclusive o próprio “Facebook Insights”, das mais utilizadas, qual o diferencial oferecido pela Webtrends em seu Facebook Analytics?

Bem, como já conhecido, o “Facebook Insights” tem suas limitações, dentre as quais destacamos: os dados levam 3 dias ou mais para aparecerem no relatório, não são contabilizadas aplicações externas e nem as abas de páginas. Já o Facebook Analytics, além de medir tudo isso, apresenta seus resultados em tempo real.

A Webtrends divulgou ainda uma tabela comparativa entre a sua solução e a de seus principais concorrentes:

O segredo para conseguir mensurar o que as outras ainda não conseguem, está num conjunto de APIs desenvolvido pela própria Webtrends que tem por função coletar e enviar os dados, de forma a integrá-los à sua solução de Web Analytics, o que pode ser um ponto negativo para quem procura por uma ferramenta “stand alone”.

De qualquer forma, vale esperar pra ver! ;-)

P.S.: Quem perdeu o Webinar do dia 3 de março, tem ainda uma segunda chance. No dia 7 de abril será realizada uma nova apresentação. Inscrições podem ser realizadas através do link.

Além disso, a Webtrends informou que disponibilizará o material para download em seu próprio site: www.webtrends.com

Wednesday, March 3, 2010

O ecossistema chamado Web Analytics e a aquisição de visitantes

Há muito a internet deixou de ser uma mídia de nicho, no Brasil somos mais de 60 milhões de pessoas que acessam a internet de seus lares, no trabalho, em lan-houses, na escola ou pelo celular. Estas pessoas conectadas estão lendo noticias, jogando, assistindo vídeos, escutando musicas, comprando e se relacionando com nossas marcas. E o que as empresas, donas destas marcas, estão fazendo? Procurando atrair as pessoas para seus sites ou comunidades através de campanhas mais marcantes, se posicionando em sites de busca, melhorando o visual de seus sites e procurando conversar com estas pessoas nas redes sociais.

Mas o que realmente funciona e onde devemos investir nossos recursos para ter um retorno melhor para nossas marcas? Aqui é que entra o ecossistema de métricas que chamamos de Web Analytics, e aqui não falo somente das ferramentas como o Google Analytics, Omniture, AT Internet, Coremetrics, WebTrends, ou qualquer outra, mas sim de todo o complexo mundo de medição e pesquisa que tivemos que criar para entender todas as pessoas que se relacionam com nossas empresas. Deixar de nos preocuparmos se a quantidade de visitantes aumentou ou se o tempo de permanência no site diminuiu, e sim ir além disso, procurando entender as nuances de cada tipo de público que queremos ter contato.

O que se vê hoje é uma preocupação com a aquisição de novos “visitantes” para que possamos conversar, não nos incomodando se é o público que queremos, se eles estão contentes com a experiência que tiveram com nossos web sites, se nossos processos facilitam ou não a vida destas pessoas, ou mesmo se estamos investindo nossos recursos nos locais certos e se estamos tendo retorno sobre este investimento feito. É como organizarmos uma festa e nos preocuparmos em chamar o maior numero de pessoas, sem nos arrumarmos para ter bebida, comida e lugar para todos, alguns, se não muitos, irão sair descontentes desta experiência e, sem dúvida, irão comentar isso com outras pessoas. Pronto, a marca, que por tantos anos fizemos um trabalho excepcional para estar na mente e no coração de nossos clientes, esta por um fio. E isso vale não somente para empresas que lidam com o consumidor final, mas também para organizações governamentais, organizações não-governamentais ou mesmo para empresas que se relacionam com outras empresas (B2B), afinal estes relacionamentos são feito por pessoas em nome de seus empregadores.

Mas o que temos nas mãos para que possamos melhorar nossos processos, entender nossos clientes e melhorar o retorno do investimento realizado? Temos um arsenal de serviços que podem nos auxiliar nesta tarefa cada dia mais difícil que é manter a sintonia com o comportamento do nosso consumidor que muda em períodos cada vez mais curtos.  Este arsenal conta com Pesquisas de painel como IBOPE Nielsen Online, comScore, AdPlanner e a HitWise; serviços de Ad´Serving, como Open AdStream, Atlas, Unicast, Google Double Click, Google Ad Manager, EyeBlaster ou AdMotion, que nos mostra como esta a nossa campanha de divulgação; serviços que acompanham nossas campanhas nos buscadores, como os fornecidos pelo Google, Yahoo, pelos próprios fornecedores de SW de Web Analytics, entre outros; e temos serviços de pesquisa que nos mostram o que ocorre com nossas marcas nas mídias sociais. Tudo isso somente para entendermos o que ocorre com os nossos clientes e nossa marca antes mesmo de uma visita ao nosso site.

Entender o que se passa em nosso site é outra história, mas estão intimamente relacionadas com a fase de aquisição, é entender mais do que a quantidade de páginas vistas, numero de visitantes ou métricas isoladas que não consegue nos mostrar uma visão que nos permita melhorar continuamente. Entender se estamos trazendo um público qualificado, o público que realmente queremos ter contato, e o que o motiva a nos procurar é somente o primeiro ponto a ser trabalhado.

Até o próximo post!

Monday, March 1, 2010

WAW-SP Março de 2010

Filed under: Mercado, Noticias — Tags: , , — admin @ 9:00 am

Este WAW-SP (Web Analytics Wednesday - São Paulo) marca o inicio das atividades do ano de 2010, será realizado no dia 03 de março as 19:45hs, na Faculdade Impacta de Tecnologia à rua Arabé, 71 - Vila Clementino - São Paulo - SP.

A agenda do evento será:
19:45hs - Recepção
20:00hs - Palavra da Organização
20:15hs - Palestra - Inovação com Gil Giardelli
21:45hs - Encerramento

Inscrição - http://www.webanalyticsdemystified.com/wednesday/list.asp?event_id=3018

Sobre o WAW:
Este evento foi criado por Eric T. Peterson nos EUA e se transformou em um evento mundial acontecendo todos os meses em várias cidades no mundo. No Brasil temos o WAW-SP desde Setembro de 2007, e contamos ainda com o evento WAW-RJ.

O evento é gratuito e serve para que os profissionais de métricas possam ficar antenados com o que ocorre no mundo, temas relevantes como Métricas, Técnicas de Mensuração, Softwares de Web Analytics, Mobile, Midia Social, entre outros são abordados e discutidos no encontro.

O encontro tem o apoio do Comitê de Web Analytics do IAB-Brasil, do Grupo de Discussão de Web Analytics e da Faculdade Impacta de Tecnologia. A organização do evento é feita pela WA Consulting.

Até o próximo post!

Wednesday, February 10, 2010

Ciclo de vida de um cliente

Filed under: Dicas, KPI´s, métricas — Tags: , — admin @ 9:00 am

Quando fazemos a análise das métricas de um site, devemos ter em mente que é um processo, e como tal, não há um ponto final e sim um contínuo procedimento de medir, analisar os dados apresentados, testar novas soluções, aplicar as melhorias encontradas e começar tudo de novo.

métricas_ruy2Prova disso é a definição de web Analytics usada pela WAA (Web Analytics Association): “web Analytics é a medição, coleta, análise e a comunicação dos dados de internet com o propósito de compreender e otimizar o uso da web.”

Para essa análise, um dos processos utilizados busca entender o ciclo de vida dos nossos visitantes em relação ao nosso site. Esse processo é dividido em cinco fases:

Medindo alcance

métricas_ruy

Métricas de alcance são usadas para entender os efeitos dos programas de marketing, para conseguir alcançar novos clientes e lembrar os antigos que ainda existimos. Esses números podem vir de várias fontes, como os adservers e sistemas de e-mail marketing.

Algumas métricas que podem ser analisadas são:

  • Abertura, taxa de rejeição e taxa de clique de e-mail. Determina a qualidade do esforço em email marketing;
  • Taxa de “bounce” de email. Indica necessidade de melhoria na base de dados de clientes;
    Impressões – mostra quantas vezes a campanha foi veiculada;
  • Taxa de cliques. Identifica quantas pessoas impactadas realmente se interessaram em visitar o site.

É interessante estudar essas taxas nos diversos veículos, canais dentro dos veículos e em cada palavra-chave para entender a performance de cada um deles.

Nessa análise é interessante verificar a performance atual com a de um período anterior para analisar a melhoria na condução das campanhas.

Medindo aquisição

Sem dúvida é mais fácil medir aquisição do que o alcance, já que essas métricas vêm somente de seu website. Esses números são importantes para ver de onde os clientes estão vindo e, combinada com métricas de conversão, possibilita verificar a qualidade desta aquisição.

  • Referrence. De onde vêm os visitantes;
  • Principais erros de acesso. Verificar os problemas que essas pessoas tiveram ao entrar no site;
  • Total de visitantes do site. Total de visitantes únicos;
  • Número de visitas. Indica quão bem está o trabalho de alcance e como está a aquisição de novos visitantes;
  • Número de novos visitantes. Indica as mudanças na audiência total;
  • Páginas de entrada. Por onde os visitantes entram (landing page);
  • Percentual de novos visitantes. Indica as mudanças na audiência total e como a publicidade está funcionando;
  • Média de visitas por visitante. Verifica se o consumo de conteúdo mantem-se e indiretamente mede a experiência do visitante;
  • Média de páginas por visita. Para entender as mudanças no comportamento que podem ocorrer ao atrair mais visitantes ao site;
  • Média de páginas por visitante. Mede o consumo além da página de entrada do site;
  • Custo por visitante. Quanto se investiu em marketing para atrair essas pessoas versus a quantidade de aquisições no período.

Medindo conversão

Aqui começamos a mostrar a importância do site para os visitantes, se estamos atraindo as pessoas certas e tendo o retorno do investimento. Quando falamos em conversão, não podemos deixar de lado a desistência dos consumidores em manter uma relação com a marca.

Algumas métricas e análises para medir a conversão:

  • Atividades. O que o nosso visitante fez antes da aquisição ou desistência e quais informações ele procurou;
  • Análise do funil de conversão. Quais os pontos em que nosso visitante desistiu de nosso site e qual o percentual final de conversão;
  • Taxa de conversão por campanha. Aqui é possível fazer ajustes finos na mensagem passada para o público, além de saber quais os veículos de mídia e canais trazem um público mais qualificado;
  • Custo de conversão. Análise do investimento realizado em campanhas e no próprio site contra a quantidade de pessoas convertidas;
  • ROI. Total das vendas pelo investimento total do site e das campanhas;
  • Percentagem de conversão para novos e antigos visitantes. Ajuda a entender melhor a efetividade das campanhas e programas de retenção de visitantes.

Essas informações mostram onde devemos fazer ajustes fino, seja nas campanhas, para atrair um público mais qualificado, ou para ajustes no próprio site.

É mais fazer esse tipo de análise em sites de comércio eletrônico já que a conversão se dá com a compra de um bem ou serviço. Se possível, faça a segmentação do seu público para ter mais detalhes do que funciona para um e outro grupo.

Medindo retenção e lealdade

Existem diversos motivos para julgar a retenção como uma das mais importantes métricas, principalmente porque manter os atuais clientes é mais barato que conseguir novos.

Alguns estudos mostram que custa de 5 a 10 vezes mais para atrair um cliente do que para retê-lo. Além disso, você tem somente de 20% a 40% de chance de conseguir que um cliente perdido retorne à sua empresa. Por isso retenção é a chave para o sucesso de uma empresa.

As métricas e análises que você pode usar:

  • Percentual de clientes que retornaram;
  • Percentual de clientes que retornam em relação a todos os visitantes;
  • Frequência de visitas dos clientes;
  • Frequência de visitas de clientes fiéis;
  • Visitas recentes;
  • Análise das atividades que fazem com que os visitantes retornem;
  • Páginas chave pesquisadas e conteúdos procurados dentro do site.

Conclusão

É importante saber que essas métricas e análises variam de empresa para empresa. Isso porque duas empresas não têm o mesmo objetivo estratégico, ou seja, essas análises são altamente dependentes do que a empresa quer de sua atuação digital.

Conforme já dito anteriormente, entender as fases do ciclo de vida de um cliente e suas motivações para interagir com a sua empresa é só o segundo passo do processo.

O trabalho é iniciado com a coleta dos dados. E no terceiro passo é onde são testadas as hipóteses levantadas na análise e, assim, poder melhorar e manter os clientes.

Até o próximo post!

- Este post também foi publicado no WebInsider.

Monday, February 8, 2010

Você já fez suas anotações no Google Analytics hoje?

Filed under: Dicas, Google Analytics, Web Analytics — Tags: , — admin @ 9:00 am

Uma nova facilidade do Google Analytics é a que permite que você faça anotações específicas para um determinado dia. Muito simples de usar, esta facilidade, já existente em vários Web Analytics, é interessante para que você possa ter um “bloco de memória” agregado aos seus gráficos quando estiver fazendo suas análises, trazendo mais inteligência para seus dados.

A idéia é colocar qualquer informação que saia do normal do seu site, mas não vale a pena colocar tudo o que ocorre com o site no período e sim o que pode influenciar, positiva ou negativamente, a visitação do seu site. Algumas idéias de notas podem ser:

  • Servidor fora do ar ou com problema
  • Inicio e fim de campanha
  • Criação de outra área do site ou hotsite
  • Redesign do site
  • Inauguração do novo site

Este é o vídeo que o Google disponibilizou sobre a nova facilidade:

Até o próximo post!

Friday, February 5, 2010

Google anuncia “Analytics in a Box” em parceria com Coradiant

Em Dezembro de 2009 o Google lançou mais uma forma de coleta de dados para análises, até hoje estava disponível a coleta de dados via Log File com o Urchin e a coleta de dados com a tag de java script do Google Analytics. Agora temos mais uma maneira de fazer a coleta através da técnica conhecida como “packet-sniffing” através do “Analytics in a Box” ou AIB em parceria com a Coradiant.

O AIB utiliza uma versão modificada do Urchin 6, em conjunto com tecnologias complementares da Coradiant para podermos ter novas formas de olhar tanto para o tráfego de seu site como para o desempenho do seu site/servidor.

Packet-Sniffing

Este sistema é parecido com os leitores de logs do ponto de vista que não há a necessidade de se implementar códigos de programação nas páginas do site, na realidade este serviço coleta as informações através de um equipamento instalado entre o Web Server e o “Firewall”, através da coleta de todos os pacotes de informação que são trocadas entre o browser do visitante e o web Server, este sistema processa estas informações e cria relatórios.

Até o próximo post!

Wednesday, February 3, 2010

Google Analytics lança coleta de dados assíncrona

Filed under: Google Analytics, Implementação, Web Analytics — Tags: , — admin @ 8:00 am

Em Dezembro de 2009 o Google lançou uma nova tag para o Google Analytics como uma forma alternativa para a coleta de dados de maneira assíncrona- Asynchronous Snippet.

As empresas que possuem códigos pesados com muitos scripts em suas páginas sempre ficaram preocupados se o código do GA poderia influenciar no carregamento da página no browser dos visitantes, porém com este novo código isso não será mais uma preocupação, já que ele trabalha “em separado” da programação da página do seu site para que possa ser reduzido o tempo de carregamento de sua página.

As vantagens para o uso deste novo código de coleta de dados são:

  • Carga do código de rastreamento mais rápido em suas páginas da web devido a execução navegador melhorado
  • Coleta de dados e precisão
  • Eliminação da dependências quando o JavaScript não foi totalmente carregado

O código de controle assíncrono está agora em beta e disponível para todos os usuários do Google Analytics. O uso do novo código de monitoramento é opcional: o seu código do Google Analytics existente continuará a trabalhar como está. Mas se você quiser melhorar seus tempos de carga e afinar a precisão dos dados do Google Analytics esta nova forma de coleta é a ideal.

O novo código deve ser colocado no topo do <body>, ao invés do final no caso do código anterior, e tem a seguinte estrutura:

<script type=”text/javascript”>

var _gaq = _gaq || [];
_gaq.push(['_setAccount', 'UA-XXXXX-X']);
_gaq.push(['_trackPageview']);

(function() {
var ga = document.createElement(’script’); ga.type = ‘text/javascript’; ga.async = true;
ga.src = (’https:’ == document.location.protocol ? ‘https://ssl’ : ‘http://www’) + ‘.google-analytics.com/ga.js’;
(document.getElementsByTagName(’head’)[0] || document.getElementsByTagName(’body’)[0]).appendChild(ga);
})();

</script>

A estrutura que você utiliza hoje, como por exemplo para eCommerce, muda e por isso será necessário revisar todos os códigos do seu site para efetuar a modificação. Para usar o novo código você pode dar uma olhada nos exemplos que o Google disponibilizou:

Até o próximo post!

Monday, February 1, 2010

WA Consulting - Curso de Google Analytics - EAD

A WA Consulting realizará neste mês de Fevereiro mais um curso de Google Analytics no formato EAD - Educação a Distância. Este modelo é excelente para as pessoas que estão fora da cidade de São Paulo, além das que têm dificuldade de locomoção e de horário, e querem conhecer mais sobre esta poderosa ferramenta. O curso  será realizado nos dias 22 a 25 no período noturno, das 19:00hs às 23:00hs.

O Google Analytics, além de ser gratuita, é uma das ferramentas de Web Analytics mais fáceis de se implementar em um primeiro estágio, por isso acaba sendo sub-utilizada na grande maioria das instalações.

Com este curso você poderá aproveitar melhor todos estes recursos, inclusive as novidades que foram incluídas em 2009, como:

  • Novos funis
  • Analytics Intelligence
  • Novas formas de segmentação
  • Recursos avançados de análise
  • Novo código assincrono
Veja a página do curso e se matricule!
Até o próximo post!

Friday, November 13, 2009

Google Analytics versão 2009 - 5 - Recursos avançados de análise

Filed under: Google Analytics, Implementação, Web Analytics — Tags: , — admin @ 9:00 am

Os recursos desta nova fase do Google Analytics nos traz mais possibilidades para a análise dos dados coletados.

Recursos para análise avançada

Para isso o Google Analytics disponibilizou alguns novos recursos como:

  • Dimensão secundária que permite utilizar duas dimensões na mesma tabela
  • Pivot (como as que você utiliza nas tabelas dinâmicas do Excel)
  • Filtros avançados que podem ser usados na própria tabela  que permitem filtrar as listas do Google Analytics, não mais só pela dimensão, mas também pelas métricas.

Visitantes únicos para relatórios customizados

Outra vantagem desta nova versão é que você pode utilizar a métrica de usuários únicos para gerar os seus relatórios customizados com qualquer dimensão que você escolha.

Compartilhamento dos segmentos avançados e relatórios customizados com outros usuários

Um outro problema que o Google resolveu nesta versão é a que sempre que criávamos um segmento avançado ou um relatório customizado em nosso usuário não era possível simplesmente enviá-la para outro usuário. Você tinha que ir ensinando o cliente para que ele pudesse replicar o relatório ou o segmento criado. Agora ficou mais fácil, já que você poderá compartilhar o que você criou :-)

Aqui termina a nossa jornada pelos novos recursos do Google Analytics, espero que você tenha gostado e aproveite cada vez mais estes recursos em suas análises.

Até o próximo post!

Múltiplas variáveis customizadas:

Bom, essa novidade é responsável por deixar babando muitos e muitos profissionais de web analytics ao redor do mundo.

Isso simplesmente permite que você defina variáveis adicionais para análise em qualquer escopo: pageview, visita ou visitante. Quem já utiliza as famosas eVars ou eProps do primo Omniture, sabe do que estou falando. São recursos poderosíssimos, que ajudam a qualificar o tráfego, aprofundar a análise e ainda permitir integrações avançadas com sistemas de gerenciamento de conteúdo, bancos de dados, etc.

Mas, nem tudo é perfeito. As múltiplas variáveis customizadas (Multiples Custom Vars ou MCVs) estão ainda em desenvolvimento e só veremos tudo isto oficialmente em ação provavelmente em 2010. Bom, ansiedade não mata, né? Então, se a curiosidade for muita, você já pode começar a estudar como funciona em detalhes: Custom Variables (Documentação oficial)

Wednesday, November 11, 2009

Google Analytics versão 2009 - 4 - Multiplas variáveis para segmentação

Filed under: Google Analytics, Implementação, Web Analytics — Tags: , — admin @ 9:00 am

Até a versão anterior, você poderia criar uma segmentação para seus visitantes incluindo uma tag como a abaixo:

_ pageTracker._setVar(‘segmento’)

Agora o Google disponibilizou no Google Analytics a possibilidade de segmentações mais elaboradas, com a adição de outros segmentos que dão as suas análises mais possibilidades para entender a interação de seus visitantes.

Modelagem

Para começar o uso destes segmentos, aconselhamos você a criar um modelo, o Google Analytics trabalha com 3 níveis:

  • Visitante - a pessoa que visita o site
  • Sessão - o período de tempo que o visitante está ativo no site
  • Página - atividade do visitante, que pode ser um Page View ou um evento, desde que este envie aos servidores do Google Analytics um GIF.
Utilizando as variáveis customizadas
A API do Google Analytics para o uso destas variáveis foi modificado para:
_setCustomVar(index, name, value, opt_scope)
Os parâmetros utilizados são:
  • index - um numero que pode variar entre 1 a 5 que indica o local da variável customizada
  • name - o nome da variável customizada
  • value - o valor que será usado em par com o nome da variável, você pode definir valores como sexo com dois possíveis  valores “feminino” e “masculino”
  • opt-scope - o nível da variável customizada, sendo possíveis os valores 1 (visitante), 2 (sessão) ou 3 (página) .
Exemplos
Se você quiser indicar que as pessoas que passam pela área de esportes de seu site sejam classificados como “Fã de Esportes” você pode usar o seguinte código nas páginas da área esportiva:
pageTracker._setCustomVar(
1,                                  // Esta variável customizada ficará no local 1
“Conteúdo”                   // Indicando que a variável será de categoria do site
“Esportes”                    // Inclui o valor Esporte para a categoria “Conteúdo”
3                                  // Indica que estamos trabalhando no nível página
);
pageTracker._trackPageview();
e você pode continuar a identificar este visitante como sendo um fã de futebol dentro do conteúdo de esportes:
pageTracker._setCustomVar(
2,                                  // Esta variável customizada ficará no local 2
“Sub-Conteúdo”           // Indicando que a variável será de uma sub-categoria do site
“Futebol”                      // Inclui o valor Futebol para a categoria “Sub-Conteúdo”
3                                  // Indica que estamos trabalhando no nível página
);
pageTracker._trackPageview();
Neste caso é possível incluir mais 3 variáveis customizadas, para esta página, cada uma em um dos 5 locais (slots), assim você poderá criar uma variedade de sessões e sub-sessões para suas páginas.
A possibilidade de criar clusters para posterior análise através das variáveis customizadas, nos permite entender tipos específicos de clientes que antes o Google Analytics não permitia em sua versão anterior.
Para mais informações acesse o site do Google Code.
Até o próximo post!
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